terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Inteiro

Olhar,repousar...
Pela janela,mirar o infinito,
Ver a vida passando,
Se movimentando.
Sentir o vento úmido noturno
Sufocante tal como seu amor taciturno
A lógica não se traduz mais
No verso e sim no tato e na pele nervosa.
Os sentidos desfeitos em sorrisos e lágrimas
Renascem pela angústia de viver por inteiro.
Evoluir sempre,sorrir mais, ir em frente...
Querer a paz!

Um comentário:

Mayara Caparroz disse...

Que poema lindo! Amei.